COMPOSTAGEM DE LODO DE ESGOTO POR MEIO DE LEIRA ESTÁTICA AERADA COM DUAS TAXAS DE AERAÇÃO

Autores

  • Rony Felipe Marcelino Corrêa Faculdade Municipal Professor Franco Montoro de Mogi Guaçu-SP
  • Alexandro Batista Ricci Faculdade Municipal Professor Franco Montoro de Mogi Guaçu-SP

DOI:

https://doi.org/10.21575/25254790rmmaa2016vol1n2272

Palavras-chave:

Composto orgânico, Patógenos, Termofílica, Eficiência energética

Resumo

O presente estudo foi conduzido na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Mogi Guaçu-SP e objetivou analisar a compostagem de lodo de esgoto por meio de leira estática aerada utilizando duas taxas de aeração. O experimento foi composto por uma leira de formato trapezoidal, com 1,65m de altura, 3,5m de base e 7m de comprimento. A aeração da leira foi dividida em dois níveis, sendo um alto (2217, 6m3/d) e outro médio (739,2 m3/d). As taxas de aeração, correspondentes aos níveis de aeração empregados, foram 12,6 m3 de ar.d-1.kg-1 SV (sólidos voláteis)  nos primeiros 15 dias e para 4,19 m3 de ar .d-1.kg-1SV do 160 dia até o final do experimento. A compostagem entrou na fase termofílica logo no início do processo, chegando a atingir 700C em alguns pontos analisados. Porém a compostagem retornou à fase mesofílica 10 dias após o início, retomando a fase termofílica quando a taxa de aeração foi reduzida - 15 dias após. As altas temperaturas iniciais indicam que a aeração atendeu as demandas microbiológicas do processo de compostagem. A compostagem atendeu os requisitos da Agência de Proteção Ambiental do Estados Unidos (U.S. EPA) e a resolução CONAMA 375/2006 para redução significativa de patógenos em todos os pontos da leira e para redução adicional de patógenos nos pontos localizados no topo e meio da leira

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Publicado

2017-01-31

Edição

Seção

Dossiê