Percepção dos adolescentes de escolas públicas (Rio Grande do Norte) sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis

Autores

  • Dany G. Kramer Prof. Dr. Programa de Pós – Graduação em Saúde da Família – RENASF. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • Emanuel Monteiro Brasil Discente. Faculdade de Ciências da Saúde do Traíri. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • John Allef Santos Medeiros Discente. Faculdade de Ciências da Saúde do Traíri. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • Albenize de Azevedo Soares Discente. Faculdade de Ciências da Saúde do Traíri. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • Ana Beatriz Dantas do Nascimento Discente. Faculdade de Ciências da Saúde do Traíri. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • Graciane pereira de Souza Discente. Faculdade de Ciências da Saúde do Traíri. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • Ariana Rodrigues Galvão Paiva Discente. Faculdade de Ciências da Saúde do Traíri. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • Alissandra Alcântara da Silva Discente. Faculdade de Ciências da Saúde do Traíri. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • Isabela de Lima da SilvA Discente. Faculdade de Ciências da Saúde do Traíri. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • Gislanne Stephane Estevam da Silva Enfermeira. UFRN
  • Franklin Learcton Bezerra de Oliveira Enfermeiro. Doutorando do Programa de Pós – Graduação em Enfermagem. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • Amanda Almeida Gomes Dantas MSc. Prefeitura Municipal de Bodó – RN.

Palavras-chave:

ADOLESCENTE. PERCEPÇÃO. ESCOLA PÚBLICA.

Resumo

O presente estudo objetivou analisar a percepção de estudantes do ensino médio sobre sífilis, tricomoníase e herpes em Santa Cruz/RN. Tratou-se de um estudo exploratório e quantitativo realizado com 196 estudantes de escolas públicas de Santa Cruz / RN. Para tanto aplicou-se um questionário, estruturado no modelo escala de Likert. Observou-se que a maioria, 77,04% afirmaram ser solteiros e 53,57% tinham renda familiar até dois salários mínimos. Apenas 20,91% alegam sempre usar preservativos.  Os principais motivos para o não uso foram: 29,28% confiança e 17,86% não dispor. A maioria não lembra ou diz não ter sido instruído na escola sobre sexualidade (59,17%). A maioria desconhece formas de transmissão e prevenção sobre sífilis, tricomoníase e herpes. Assim, programas de educação em saúde devem ser instituídos englobando-se as comunidades escolares, serviços de saúde e as famílias, de forma a se reforçar a conscientização dos adolescentes e adultos jovens sobre sexualidade responsável e segura.

Biografia do Autor

  • Dany G. Kramer, Prof. Dr. Programa de Pós – Graduação em Saúde da Família – RENASF. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
    Prof. Dr. Programa de Pós – Graduação em Saúde da Família – RENASF. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

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Publicado

2021-07-21

Edição

Seção

Artigos Gerais