A INTERDISCIPLINARIDADE, O USO DE MEDICAMENTOS E AS TECNOLOGIAS EM SAÚDE NO CONTEXTO DO PÉ DIABÉTICO

Autores

  • Joaquim Pedro Ribeiro Vasconcelos Instituto Federal de Goiás
  • Jéssica Camila de Sousa Rosa Secretaria de Estado de Saúde do Rio Grande do Sul
  • Mário Fabrício Fleury Rosa Universidade de Brasília image/svg+xml

Palavras-chave:

Tecnologia Biomédica, Comunicação Interdisciplinar, Uso Racional de Medicamentos, Pesquisa Qualitativa.

Resumo

Os impactos sociais ocasionados por alguns problemas de saúde tem levado a demanda crescente por tecnologias em saúde, sejam elas tecnologias duras, leve duras ou leves. Nesse estudo observamos esse processo de incorporação tecnológica no contexto das complicações decorrentes da Diabetes Mellitus no cotidiano de vida dos atores sociais envolvidos. Tal doença crônica possui altos índices de morbidade e mortalidade. Entre essas complicações evidenciamos o denominado pé diabético que podem resultar na amputação de membros inferiores. Nesse panorama cotejamos a utilização de algumas das tecnologias que o Sistema Único de Saúde já tem disponível para tratamento dessa problemática e uma nova tecnologia em estudo que associa o biomaterial látex embarcado com eletrônica. A partir da metodologia qualitativa que nos permite acesso a esses cenários e atores envolvidos no tratamento do pé diabético, observou-se os aspectos de interdisciplinaridade e uso racional de medicamentos no contexto da tecnologia e inovação em saúde. 

Biografia do Autor

  • Joaquim Pedro Ribeiro Vasconcelos, Instituto Federal de Goiás
    Possui graduação em Saúde Coletiva pela Universidade de Brasília (2013), título de Especialista em Gestão Pública pela Faculdade Albert Einstein (2014). Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Ciências e Tecnologias em Saúde da Universidade de Brasília, na Área de Concentração: Promoção, Prevenção e Intervenção em Saúde. Especialização em andamento em Gestão em Saúde pela Universidade Estadual do Goiás (UEG). Participa como pesquisador do grupo de pesquisa Política e Política Pública de Saúde da Universidade Federal do Goiás (UFG) e como estudante dos grupos de pesquisa: Antropologia Política da Saúde e Sociabilidades e saúde da Universidade de Brasília (UnB). Possui experiência na área da saúde coletiva, com ênfase nos seguintes temas: políticas públicas de saúde; atenção básica à saúde; mortalidade infantil; gestão em saúde; pesquisa qualitativa; e ciências sociais em saúde coletiva.
  • Jéssica Camila de Sousa Rosa, Secretaria de Estado de Saúde do Rio Grande do Sul
    Ocupa o cargo de Especialista em Saúde na Secretaria de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul (RS) exercendo a função de analista de políticas e sistemas em saúde. Atualmente coordena a Política Estadual de Saúde Indígena na Secretaria de Saúde do Estado do RS. É mestranda do Programa de Pós Graduação em Ciências e Tecnologias em Saúde da Universidade de Brasília (UnB), Faculdade de Ceilândia (FCe), com habilitação em promoção, prevenção e intervenção em saúde. É bacharela em Saúde Coletiva pela Universidade de Brasília (UnB). Possui experiência em saúde coletiva, com interesse nas áreas de monitoramento e avaliação em saúde, políticas públicas de saúde, sistemas de saúde, comunicação em Saúde, ciências sociais em saúde e saúde Indígena. Atua na pesquisa "Sistemas médicos indígenas e o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena: uma etnografia dos conflitos, negociações e complementaridade nos itinerários terapêuticos de povos indígenas.
  • Mário Fabrício Fleury Rosa, Universidade de Brasília
    Licenciado e bacharel em História ? pela Universidade de Brasília (2010). Mestrado (2013) em História pela Universidade de Brasília (UnB). Dissertação elaborada sobre o desenvolvimento da ciência atômica no Brasil, enfocando especialmente aspectos que contribuíram para o desenvolvimento científico brasileiro, descoberta, produção e exportação de minerais radioativos e a assimilação brasileira da denominada ciência moderna. Durante os meses de maio e setembro de 2013, permaneceu em Boston-Massachusets-E.U.A., realizando, dentre outras coisas, pesquisas autônomas nas bibliotecas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e da Harvard University, além de participar de alguns encontros, palestras e cursos nessas instituições sobre a importância do papel da ciência para o desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e industrial das nações. Atua como coordenador do Laboratório de Biomateriais e Biotecnologia (BioEngLab) da Universidade de Brasília (UnB) Campus Gama. Doutorado em andamento (2014) pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências e Tecnologias em Saúde da Universidade de Brasília Campus Ceilândia (FCE) com o projeto de pesquisa relacionado sobre o desenvolvimento tecnológico brasileiro na área da saúde.

Downloads

Publicado

2017-01-31

Edição

Seção

Dossiê