POR TRÁS DO ESPELHO
leitura crítica sobre o conto “O Espelho” de Machado De Assis
Palavras-chave:
Machado de Assis, O Espelho, Conto, Todorov, EagletonResumo
O objetivo deste artigo é investigar, discutir e trabalhar criticamente o conto O Espelho, de Machado de Assis (1882). Mediante a uma revisão bibliográfica de teorias críticas, o conto será analisado, não apenas de forma estrutural, mas também de seu conteúdo e como Machado de Assis faz uma crítica a sociedade de sua época sem levar sua própria opinião em consideração, deixando aos leitores um enigma, que por sua vez, cada um faz o seu próprio juízo de valor. Machado de Assis é conhecido por ser um autor que brinca com as palavras de maneira tão sutil, que leva seus leitores a criar suas próprias sentenças ao final de suas obras. Todorov (2009) e Eagleton (1997) são usados como base para sustentar a ideia de que Machado de Assis é atemporal e que textos clássicos devem ser lidos respeitando o espírito de seu tempo, sem a utilização de um julgamento que não condiz com o momento em que foram escritos.
Referências
ASSIS, Machado de. O Espelho. In: Contos: uma antologia. Volume I. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. 2ª edição, pág. 401-410.
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EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: Uma Introdução. São Paulo: Martins Fontes, 1997. 88 p.
SARAMAGO, José. O homem duplicado. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. Tradução: Caio Meira. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009.
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