A BIOPOLÍTICA E A NORMALIZAÇÃO DA (D)EFICIÊNCIA
a diferenciação ética como forma de resistência nas práticas educacionais
Palavras-chave:
Biopolítica, Eficiência, Educação, ÉticaResumo
O presente artigo tem por objetivo analisar o conceito de d(eficiência) como um modo de pensar a normalização biopolítica no presente. Por meio de um metodologia de revisão bibliográfica, defendemos a ideia de que a deficiência não deve ser julgada pela normalização biopolítica da eficiência, mas que devemos experimentar aquilo que nos faz comum: a deficiência é que nos faz humanos e singulares. O percurso descritivo deste trabalho de investigação teórica parte inicialmente da problematização do conceito de eficiência na biopolítica, em seguida, desenvolvemos o conceito de diferenciação ética como forma de resistência à normalização da deficiência nas práticas educacionais. Enfim, superar o discurso normalizador biopolítico que vê na deficiência algo a ser superado e envolver-se por uma atitude que seja conduzida pela ética do acolhimento amoroso, um olhar que deixa-se afetar pelo outro.
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