ERA UMA VEZ

a literatura infantil como ferramenta na educação de crianças com deficiência intelectual em um mundo pós-pandemia de covid-19

Autores

Palavras-chave:

Aprendizagem, Isolamento social, Práticas pedagógicas, Limitação cognitiva, Leitura educativa

Resumo

O presente escrito trata da importância dos contos de fadas como processo metodológico no trabalho do letrólogo. O objetivo é explicitar a influência dos contos de fadas no trabalho docente e abordar o cenário impactado pelo isolamento social, no intuito de que o ensino aprendizado aconteça de forma lúdica e que o educador possa retornar às suas práticas didáticas de maneira mais assertiva. Além disso, evidencia a relevância de os pais proporcionarem aos filhos o hábito da leitura em seu cotidiano, desenvolvendo a imaginação e o ser social e cognitivo de forma mais prazerosa. Os contos têm a capacidade de entreter não só a criança, mas também o adulto e os ensinam ao mesmo tempo que ajudam a dar significado a sua vida, ao fazer relações do mesmo em sua individualidade, bem como, ajuda-los a vencer momentos difíceis do isolamento social. O ato de contar histórias às crianças é uma forma de demonstrar afeto e também um momento único. Os métodos da pesquisa foram baseados na análise de dados qualitativos e pesquisas bibliográficas, e por meio destes pôde-se perceber que os contos são fundamentais para o desenvolvimento das crianças na educação infantil. Assim, eles devem estar inseridos nas práticas pedagógicas do professor, a fim de proporcionar aos alunos momentos únicos e contribuir de formas distintas para o conhecimento.

Biografia do Autor

  • Wellington Francisco Bescorovaine , Universidade Paranaense – Unipar

    Mestre em Tecnologias Limpas pelo Centro Universitário de Maringá – UniCesumar; Especialista em Planejamento Urbano pela Universidade Alfamerica/SP; graduado em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro Universitário Assis Gurgacz – FAG; graduado em Letras Português/Inglês pela Faculdade FACESE; docente no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Paranaense – Unipar; Atua como profissional liberal na área de Arquitetura e Urbanismo sob Registro do CAU n°159776-0.

  • Dinorá Schmidt

    Discente no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Paranaense – Unipar.

Referências

ABRAMOVICH, F. Literatura infantil: gostosuras e bobices. Editora Scipione, 1995.

ALDANA, R. “Procure ser feliz sem contos, não busque um conto com final feliz”. In A Mente é Maravilhosa, dezembro de 2021. Disponível em: https://amenteemaravilhosa.com.br/feliz-sem-contos-nao-conto-final-feliz/. Acesso em: 05 out. 2022

BETTELHEIM, B. A Psicanálise dos Contos de Fadas. Tradução de Arlene Caetano. Paz e terra, 2002.

CALDERAN, A.; MAFRA CALDERAN, A. “Educação em tempos de pandemia: a (in)visibilidade da Infância na realização do Ensino Remoto na Educação Infantil”. IPÊ ROXO, [S. l.], v. 2, n. 1, 2021.

CARRANÇA, T. “Crise de saúde mental nas escolas: ‘Alunos estão deprimidos, ansiosos, em luto e faltam psicólogos’”. In BBC NEWS Brasil, agosto de 2022. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62613309. Acesso em 05 out. 2022.

CASARIN, H. C. S.; CASARIN, S. J. Pesquisa científica: da teoria à prática [livro eletrônico]. Curitiba: Inter Saberes, 2012.

COELHO, N. N. Panorama Histórico da Literatura Infantil – Visão Histórica e Crítica. 4. ed. São Paulo: Ática, 1991.

COUTINHO, A. A Literatura no Brasil. 4. ed. ver. e atual. São Paulo: Global, 1997.

DEMO, P. Pesquisa e informação qualitativa: Aportes Metodológicos. (Coleção Papirus Educação). Campinas: Papirus, 2012.

FARIAS, F. R. A.; RUBIO, J. A. S. Literatura Infantil: A Contribuição dos Contos de Fadas para Construção do Imaginário Infantil “s.d.”. Disponível em: http://docplayer.com.br/5096576-A-importancia-dos-contos-de-fadas-para-a-construcao-do-imaginario-das-criancas-na-educacao-infantil.html. Acesso em: 02 nov. 2021.

FERREIRA, C. A.; FERREIRA, D. C.; CUNHA, J. M. J.; RODRIGUES, R. F. T.; RODRIGUES, V. L. R. O uso do estrangeirismo na língua portuguesa. Lisboa: Revela Guilbert, L. La créativité lexicale. Paris: Larousse, 1975.

KHÉDE, S. S. Personagens da Literatura Infanto-Juvenil. São Paulo: Ática, 1986.

MARELENQUELEM, M.; GARCIA, B. R. Z. O Conto de Fadas e o Imaginário Infantil “s.d.”. Disponível em: http://alb.com.br/arquivomorto/edicoes_anteriores/anais14/Sem09/C09046.doc. Acesso em: 03 out. 2021.

OLIVEIRA, P. S. T. A Contribuição dos Contos de Fadas no Processo de Aprendizagem das Crianças “s.d.”. Disponível em: http://www.uneb.br/salvador/dedc/files/2011/05/Monografia-PATRICIA-SUELI-TELES-DE-OLIVEIRA.pdf. Acesso em: 11 ago. 2021.

POSTIC, M.; MARQUET, B.; PINTO, M. J. F.. O imaginário na relação pedagógica. 1993.

SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. – 24. Ed. rev. e atual. – São Paulo: Cortez, 2016.

SILVA, A. M. A Importância da Leitura dos Contos de Fadas na Educação Infantil. “S.d.” Disponível em: http://criandoerecriandohistorias.blogspot.com.br/2013_05_01_archive.html. Acesso em: 20 out. 2021.

Downloads

Publicado

2022-12-30

Edição

Seção

Dossiê

Como Citar

ERA UMA VEZ: a literatura infantil como ferramenta na educação de crianças com deficiência intelectual em um mundo pós-pandemia de covid-19. (2022). IF-Sophia: Revista eletrônica De investigações Filosófica, Científica E Tecnológica, 8(24), 48-62. https://revistas.ifetpr.edu.br/ifsophia/article/view/243