A NECESSÁRIA FORMAÇÃO INTEGRAL E HUMANISTA PARA UMA SOCIEDADE COMPROMETIDA COM O TODO
DOI:
https://doi.org/10.21575/25254774rmsh2018vol3n1459Keywords:
Formação integral, tecnologia, mobilidade, trânsitoAbstract
Neste artigo apresenta-se a trajetória do aprender da humanidade, a quem interessou esse conhecimento, as habilidades desenvolvidas e suas utilidades. Parte-se do pressuposto que todo conhecimento teve sua empregabilidade a serviço de algo ou a alguém, como foi o caso da manufatura e da própria industrialização e, ainda que em nenhum momento da historiografia constata-se a preocupação das estruturas do ensino em aplicar a educação para a formação integral e humanista do homem. O texto demonstra que a educação, mesmo aquela que fragmentou o conhecimento, não deu conta de inserir no cotidiano das pessoas, temas como sustentabilidade e mobilidade harmoniosa e segura. Ambientes tidos como apropriados para disseminar o conhecimento integral e com a visão do todo, a escola ou o trabalho, deixaram a desejar na associação do ensino e trabalho para além desses lugares. Dessa maneira, a tecnologia surge, em momentos da história, com contornos de possíveis soluções para linkar o indivíduo à sociedade com inventos cada vez mais sofisticados do ponto de visto do acesso do “como fazer”, mas não da utilização do aparato, exemplos claros a televisão e o veículo, sendo este último um fetiche ainda nos dias atuais. Por fim, o artigo cuida em demonstrar que num ambiente, tido como um dos mais democráticos, o trânsito, revela o lado menos humanista e o mais individualista do homem e que para frear muitas das suas ações negativas, a própria tecnologia, criada pela inteligência humana deflagra as reprovações e as comprova.
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