O ENSINO DE ARTE NOS IFS: MAPEANDO RESISTÊNCIAS PARA A EDUCAÇÃO INTEGRADA
DOI:
https://doi.org/10.21575/25254774rmsh2022vol7n22033Abstract
O presente texto visa apresentar parte dos resultados de uma pesquisa em que se investigou como determinadas práticas de ensino de arte nos Institutos Federais – sejam elas de Música, Dança, Teatro ou Artes Visuais - podem ser consideradas formas de resistência que problematizam a educação integrada no contexto neoliberal. São feitas interlocuções com o conceito de resistência a partir dos estudos do filósofo Michel Foucault e apresentados dados sobre a presença da arte nos IFs, em abordagem histórica e também dados numéricos levantados em mapeamento recente sobre a presença de docentes e cursos de arte nas quatro linguagens artísticas citadas. Em paralelo, aborda-se as reformas educacionais dos últimos anos, a saber: Reforma do Ensino Médio, Base Nacional Comum Curricular e Diretrizes Curriculares Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica, com reflexões sobre os riscos que estas trazem para a área da arte na Educação Profissional e Tecnológica, assim como para a educação integrada. Por fim, apresentam-se algumas estratégias de resistência que podem auxiliar para que se mantenha a potência do ensino de arte nos IFs, especialmente em suas relações com os cursos integrados, sendo elas: resistência institucional, resistência pela educação integrada; resistência pela organização política docente; resistência como ocupação e resistência e subjetivação.Downloads
Published
2022-09-08
Issue
Section
II ENICTS - EDIÇÃO ESPECIAL REVISTA MUNDI SOCIAIS E HUMANIDADES
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