Os paradoxos da Arte na educação profissional e tecnológica
Palavras-chave:
História, Sociedade, Conhecimento, Paradigmas, TecnologiaResumo
O artigo apresenta algumas considerações sobre a arte na sociedade dentro de uma dimensão histórica e os paradoxos que a envolvem, especialmente enquanto área de conhecimento presente na educação profissional e tecnológica em instituições federais de ensino que em suas concepções estabelecem como objetivo derrubar as barreiras entre o ensino técnico e científico, articulando trabalho, ciência e cultura na perspectiva da emancipação humana. Com bases nestes pressupostos, o ensino da Arte busca sua identidade e espaço como campo válido de conhecimento, em um território onde a ciência ainda é vista como prioridade, bem como a articulação entre as áreas de conhecimento/eixos tecnológicos para superação de seus paradigmas. Essa análise passa por três grandes eixos: a reflexão sobre a formação profissional, as transformações na arte com o surgimento das tecnologias e a leitura de mundo na construção do conhecimento.
Referências
ALMEIDA JR., O. F. Mediação da informação e múltiplas linguagens . Brasília: PBCI, v. 2, n. 1, p. 89-103, 2009.
ARGAN, G.A. Arte moderna . São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BARBOSA, A. M. (Org.) . Inquietações e mudanças no ensino da arte . São Paulo: Cortez, 2002.
__________ . A imagem no ensino da arte. Porto Alegre: Iochep, 1991.
BEHRENS, M. A. O paradigma emergente e a prática pedagógica . Curitiba: Champagnat, 1999.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica . Resolução CNE/CEB nº 4/2010.
__________ . Concepção e Diretrizes – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia . Brasília: MEC/SETEC, 2008.
__________ . Parâmetros Curriculares Nacionais – Ensino Médio. Área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias . Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica/MEC, 1999.
__________ . Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Resolução CNE/CEB nº 2/2012.
COSTA, M. C. C. Questões de arte: a natureza do belo, da percepção e do prazer estético . São Paulo: Ed. Moderna, 1999.
FREITAS, C. C. G.; SEGATTO, A. P. Ciência, tecnologia e sociedade pelo olhar da Tecnologia Social: um estudo a partir da Teoria Crítica da Tecnologia . Cadernos EBAPE.BR . Rio de Janeiro, v.12, nº 2, p. 302-320, Abr./Jun. 2014.
HERNÄNDEZ, F. Cultura Visual, mudança educativa e projetos de trabalho . Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
MORAN, J. M.; MASETTO, M. T.; BEHRENS, M. A. Novas tecnologias e mediação pedagógica . Campinas, SP: Papirus, 2001.
PACHECO, Eliezer (Org.) . Institutos Federais: uma revolução na educação profissional e tecnológica . Natal: IFRN, 2010.
RAMOS, M. N. Políticas e diretrizes para a educação profissional no Brasil . Curitiba: Instituto Federal do Paraná, 2011.
SOUZA, M. A. “A educação, o discurso e outras questões” In PACHECO, Eliezer (Org.) . Ensino técnico, formação profissional e cidadania: a revolução da educação profissional e tecnológica no Brasil . Porto Alegre: Tekne, 2012.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2016 Luciana Milcarek

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Todos os trabalhos que forem aceitos para publicação, após o devido processo avaliativo, serão publicados sob uma licença Creative Commons, na modalidade Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International Public License (CC BY-NC-ND 4.0). Esta licença permite que qualquer pessoa copie e distribua a obra total e derivadas criadas a partir dela, desde que seja dado crédito (atribuição) ao autor / à autora / aos autores / às autoras.
